Gramado e Canela gastronômica

Fondue em Gramado restaurantes em Gramado e Canela

Onde comer em Gramado e Canela?

Gramado é uma cidade gastronômica por excelência. Nao tem como viver de fast food por lá! Ir para o sul sem pensar em um turismo nos restaurante em Gramado e Canela eu diria que é muito triste, principalmente se os parques temáticos espalhados pelas duas cidades não te interessam (como para nós dois).

Óbvio  que, estamos falando de uma cidade turística e portanto, nada aqui é barato.

Você pode até encontrar algum buffet “meia boca” por um preço razoável ou um Mcdonalds, mas no geral, tudo é caro, principalmente se você quer comer bem.
Um detalhe a se considerar é o horário de funcionamento dos restaurantes. Se você, morador da capital, está acostumado a almoçar ou jantar a qualquer horário do dia ou da noite, lembre-se: você não está na cidade grande!
rs

Almoço após às 15hs é praticamente impossível! O mesmo ocorre querer jantar após às 22 ou 23h.

Um outro detalhe curioso: muitos restaurantes fecham às segundas; alguns outros às terças; outros não abrem no jantar do domingo. Por isso, se informe antes de ir.

Como nem todo mundo fica hospedado no centro da cidade, quase todos os restaurantes oferecem transfer. Você pede para o pessoal do hotel ligar para eles e rapidamente eles estão na porta do hotel (ou onde você marcar!).

  • Conhecendo os restaurantes em Gramado e Canela

Os melhores restaurantes estão em Gramado. Há boas opções em Canela, alguns restaurantes você encontrará nas duas cidades, mas em Gramado você terá mais opções.

Vou começar por Canela
A rua que inicia na estrada Gramado – Canela e termina na igreja matriz (Felisberto Soares) é cheia de restaurantes, principalmente para almoço!
No nosso primeiro dia jantamos no Dallas, um restaurante italiano, que serve também buffet de sopas e saladas.
O restaurante é bonzinho, algumas boas opções no cardápio, buffet de sopa e saladas, mas tinha duas ou três TVs no salão, com volume alto. Onde não tinha televisão, tinha o auto falante! Para quem detesta TV, como nós, não foi nada prazeroso.
O jantar estava bom, assim como o buffet de salada, mas pagamos R$ 60,00 por uma massa muito cozida.

No dia seguinte, a surpresa do horário: acordamos tarde e fomos almoçar após às 15h, como fazemos aqui em SP.
Resultado: tudo fechado ou fechando!
Circulamos pela Felisberto, mas como o sol estava forte demais, acabamos escolhendo uma lanchonete no centro de Canela, que também tem em Gramado, chamado Skillos.
O local imita um pouco lanchonetes americanas, com mesas retangulares enfileiradas.
Assim com o Dallas, televisão em alto e bom som.
Pedimos um hot dog e ele veio prensado. Era imenso, mas muito seco para o nosso paladar (e nada de ketchup ou mostarda boa, tipo Hemmer ou Heinz).
Nossa última experiência em Canela foi boa. Fomos jantar no Empório Canela, bem pertinho da igreja.
O local é todo descolado, bem decorado, uma mistura de sebo, livraria, lojas de vinil, cervejaria, bar e restaurante.
Ficamos na área externa lateral, uma parte com pouca iluminação e bem romântico.
A comida e o atendimento foram excelentes, mas o ruim acaba sendo o cardápio: tudo, do suco até a sobremesa é caro demais. O prato da foto, por exemplo, estava gostoso, mas nos custou R$ 30,00! Bem salgado para um “P.F”.
Há uma lista considerável de cervejas, mas todas super caras.Achamos cervejas mais baratas em Gramado, como a cervejaria MF, que falarei mais adiante. Para fazer uma boa comparação, a cerveja mais em conta que achamos no cardápio custava R$ 14,90 com 300ml. No MF, o chope artesanal custava R$ 9,00!
Tirando o preço, ótimo local!

Acabamos comendo mais em Gramado!
E certos pratos da região devemos degustar, como a sequência de fondue, o rodízio de galeto e o café colonial.

Vou iniciar pelo Fondue

Há muitas opções pela cidade e com diversos preços. Percebemos que uma das diferenças de preço é a quantidade e tipo de carne servida.
Quando fomos conhecer a Janaína, do hotel Gardênia, pedimos indicação de locais e ela nos indicou o fondue do St. Gallen.
Com isso, fomos atrás de indicações no Trip e vimos ótimos comentários. Assim, resolvemos arriscar e a experiência foi muito boa.
Comemos fondue de queijo, carne (picanha, mignon, suína e frango) e chocolate. O valor do rodízio foi de R$ 50,00 por pessoa e pela qualidade e quantidade, valeu muito a pena.
Outro rodízio que decidimos ir é o de galeto. A Janaína nos indicou dois e acabamos conhecendo ambos.

Primeiro fomos no Nonno Mio, um restaurante italiano ao lado da rodoviária da cidade. Um local muito charmoso, com diversas opções de pratos e massas (todas as massas e temperos são feitos pela casa) e que servem também o rodízio de galeto.

Lá, comi o melhor capeletti in brodo da minha vida (e que me remeteu uma linda nostalgia da minha temporada italiana) e o atendimento foi excelente, assim como toda a sequência do rodízio.
O valor foi de R$ 55,00 por pessoa, com direito a repetição.

O outro local que decidimos conhecer e comer o galeto foi no Casa di Paolo, galeteria famosa do RS, presente em Gramado.

A localização também é fácil. Está no início da rua Garibaldi, perto da estrada que vai para Canela.

Diferente do Nonno mio, este restaurante oferece apenas o rodízio de galeto em seu menu e tudo é muito gostoso, bem temperado e abundante!
O valor do rodízio foi de R$ 62,00 por pessoa.
 O Café Colonial acabamos comendo em uma segunda feira quando quase tudo em Gramado estava fechado. Era o dia que iríamos no Casa di Paolo (e descobrimos que eles não abriam de segunda feira) e pedimos para a Janaína nos indicar um que ela gostasse. O mais bacana é que ela não apenas nos indicou, como ligou para eles reservando a van. Estávamos no centro de Gramado e um dos garçons nos pegou em frente à rua Coberta!
😉
Chegamos no Café Colonial Gramado (na estrada que liga as duas cidades, mas bem mais perto de Canela) faltando umas 2 horas para o fechamento. Tudo o que eles oferecem é bem farto. Você senta em uma mesa e eles vão colocando pratinhos com pães, massas doces e salgadas, bolos, quitutes, suco de uva e vinho tinto suave e branco seco.
A mesa fica repleta e tudo com direito a repetição. Para finalizar, há uma geladeira com bolos e tortas maravilhosas. Eu peguei um pedaço do bolo prestígio (meu favorito) e o negócio estava divino (quase não tinha massa. Recheio e cobertura em abundância).
O ponto positivo é que se come muito e, caso você não queria água ou cerveja, você não precisa gastar com bebida (como em outros rodízios). Mas algo me deixou encucada: tudo o que nós não comemos (e muita coisa voltou para a cozinha) vai para o lixo (eita desperdício) ou vai para outra mesa?
Ou pior: o que comi, havia passado por quantas mesas antes de chegar até a nossa?
Melhor nem pensar!
Nesse ponto, seria bem mais interessante um café colonial estilo Buffet!
O valor foi de R$ 60,00 por pessoa.
Das coisas “típicas” da cidade, não comemos o churrasco!
Tentamos ir em um perto de onde estávamos hospedados na estrada, mas chegamos às 15hs e estava fechando.
Depois pesamos no bolso (por volta de R$ 80,00 por pessoa) e decidimos não ir. Por esse preço, achamos bons rodízios de churrasco em SP (e como o valor é para um local turístico, a chance de não ser bom podia ser grande. Vimos algumas churrascarias com péssimos comentários no Tripadvisor).

Uma coisa que o pessoal do sul sabe fazer é cerveja artesanal e vimos no Tripadvisor que em Gramado existe algumas cervejarias com produção própria. Escolhemos uma taberna/restaurante que fica no centro da cidade, MF Taberna e Biergarten.

O local oferece almoços apenas aos finais de semana e por isso fomos lá em um domingo.
A recepção foi muito boa. Escolhemos um bife a parmegiana imenso, acompanhado de arroz, batatas fritas e saladinha que estava maravilhoso (assim como o capeletti, temo em dizer que foi a melhor parmegiana que comemos – rs.) e, claro, degustação de cerveja. Escolhemos uma degustação pequena de 6 tipos e depois meu marido escolheu uma. Vale realmente a pena!
Nos encontramos sem querer com um casal de amigos na cidade e acabamos jantando algumas noites com eles.
Na primeira noite eles queriam comer lanche. Era bem tarde, muitos restaurantes estavam para fechar e achamos uma lanchonete atrás da igreja matriz chamada Águia Lanches.
O local é bem simples, nada requintado e o lanche é bem grande. Queria um X churrasco que, apesar do X (cheese) não tinha queijo! rs
Assim pedi um X filé com bacon e dividi com meu marido (o lanche era imenso).
O lanche estava bom, mas a carne veio em pedaços e com alguns nervos (algumas impossíveis de morder)!
O que me decepcionou do local era a quantidade de mariposas que voavam ali dentro! Algumas, daquelas imensas e pretas. Eu, medrosa, após comer, me senti obrigada a pegar meu filho e sair pro lado de fora enquanto o pessoal terminava seus lanches!
No dia seguinte, fomos conhecer umas cachoeiras e no local não havia restaurante. Voltamos para a cidade “azul de fome” e debaixo de chuva.
Lembramos que na rua coberta havia alguns restaurantes e que ali, talvez, eles ainda estivessem servindo almoço e para lá seguimos.
Imaginem a cena: estacionamos o carro na Garibaldi, bem perto da rua fechada, mas tivemos que sair correndo da chuva com o bebê conforto a tiracolo!
Foi cômico!
Quem viu, deve ter esconjurado esses pais irresponsáveis (eu estava realmente passando mal de fome e de calor naquele carro fechado. Não dava para esperar a chuva passar)!
Ao chegar na rua coberta, nossos amigos comentaram que comeram no restaurante Armazém 31, que gostaram e para lá decidimos ir.
O local é descoladinho, mas é local de “fast food”. Fomos muito bem recebidos e atendidos. Pedimos uma porção de batatas fritas (pois estávamos com muita fome e seria o mais rápido a ser feito) e um prato/petisco com diversos tipos de carne.
Não foi nada especial, mas matou nossa fome.
Ainda com esses amigos, resolvemos visitar o Lago Negro. Já era tarde e pretendíamos ainda ir no pórtico e no Le Jardin.
Como estávamos com receio de não achar local aberto para comer antes das 15hs, o pessoal resolveu dar uma olhada no restaurante dentro do parque.
Eu, sinceramente, não gostei. Talvez até fosse bom, mas pelo preço (entre R$ 30,00 e R$ 60,00) por pratos feitos, sem nada requintado, achei caro demais.
Convenci nossos amigos a darem uma olhada do lado de fora e achamos um restaurante, cervejaria e “parque temático” alemão, chamado Biergarten, dentro do Alemanha Encantada.
Eles não gostaram muito da ideia (eles infelizmente não gostam de arriscar), mas o que gastaríamos no “arroz com feijão” do Lago Negro, eu e meu marido preferimos gastar com comida alemã!
O local é bonitinho para fotos com crianças; tem a torre da Rapunzel que te dá uma vista panorâmica do local (acho que custava R$ 10,00 para subir), bonecos que simbolizam os personagens dos irmãos Grimm; os garçons se vestem a caráter (naquele calor! Coitados!) e a comida (apesar da demora) foi excelente.
Nossos amigos “medrosos” pediram um menu Kid (com iscas de filé, batata smile e saladinha); Nós começamos com um bolinho de batata, uma saladinha e o famoso joelho de porco.
O que me decepcionou, além da demora, foi o cardápio de cerveja. Muitas opções, mas tudo o que pedíamos, não tinha. Acabamos tomando um Chope nacional Saint Bier e pagamos quase R$ 20,00 para uma caneca de 1 litro!!!!!
Chocolates
Como ir para essas duas cidades e resistir ao chocolate?
Impossível!
As duas cidades são “recheadas” – rs de lojas de chocolate e meu conselho: entre em todas!
Hahahahaha
Claro que não fizemos isso! Mas entramos em bastante e pelo o que fomos percebendo, quanto mais cara, melhor a qualidade (mais que lógico – rs)!
Das consideradas realmente caseiras, fomos na Planalto, Caracol e Prawer. Faltou a Lugano! Como compramos chocolates diferentes, é difícil comparar!


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Sou a mãe do Léo quase full-time, professora de italiano (por algumas horinhas), esposa de um doutorando (que me deixa maluca) e, claro, a faz-tudo do Turistando.in!

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