Nossa hospedagem no Hostel Stayokay de Roterdã

Hostel StayOkay at Cubos House - Rottedam
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Roterdã é uma cidade magnífica e muito moderna! Há vários pontos turísticos e a maioria deles tem a ver com arquitetura! Um dos pontos mais visitados da cidade são as KUBUSWONINGEN ou Cube House, ou melhor ainda as Casas Cubicas. uma sequência de 38 casas amarelas em formas de cubos, projetadas pelo arquiteto Piet Blom, que abrigam escritórios, casas, museu e até mesmo o hostel Stayokay. E foi nele que ficamos!

A decisão foi simples: ficamos curiosos com o local, mas, acima de tudo, procurávamos um hostel familiar, pois íamos com nosso filhote (alguns nem sequer aceitam menores acompanhados dos pais), que tivesse berço e fosse super bem localizado.

Sua localização é boa, dentro de um ponto turístico em uma rua super agitada, com bares e restaurantes, perto de metro e uns 10 minutos a pé até a praça central (acho que se chama Deák Ferenc).
Sua avaliação online também é boa: TripAdvisor (4 de 5), Booking (7.8 de 10) e Hostelworld (86%) (notas de abr/2016).


(Clique nas fotos para ampliá-las)

Nossa hospedagem no Hostel Stayokay de Roterdã:

A experiência de dormir em um quarto em forma de cubo foi bastante interessante! É pequeno, pouco espaçoso, mas foi suficiente para duas camas twin (que viraram cama de casal) e um berço, além de uma estante ao lado da porta do banheiro.

Para chegar até o hostel, é super fácil: siga as instruções para as casas cubos. Se você está em frente à estação central de Rotterdam (outro ponto turístico da cidade), pegue o bonde n° 24 e desça na 5° parada. O local está em frente à estação de trem/metro e bonde chamada Rotterdam Blaak.
Fizemos um vacilo máster aqui.
Creio que poderíamos ter pego o trem do aeroporto de Schiphol direto até Blaak, mas como não fui atrás direito dessas informações, desci na central e peguei o bonde 24 e, por causa disso, acabamos passando por um super perrengue aqui. Em breve conto.

Outro super ponto turístico da cidade também está em frente aos cubos, que é o belíssimo Markthal Rotterdam, ou Mercadão Central! A partir do hostel, praticamente tudo é possível fazer a pé ou com bonde e esse é outro ponto superpositivo do local.

O mercado, a igreja de San Lourenço e alguns cubos visto do hostel StayOkay
O mercado, a igreja de San Lourenço e alguns cubos visto do hostel StayOkay

Mas o hostel está em todas as casas cubos?
Não!

Ele está em alguns cubos do outro lado da avenida! Por isso, ao sair da estação, siga em direção aos cubos, atravesse a linha do bonde e os faróis e siga em frente, em direçao ao porto de Oudehaven. Ali há vários outros bares, uma vista lindíssima da ponte Willemsbrug e uma rampa com a indicação para o hostel Stayokay!

E como é o Hostel Stayokay por dentro?

Bom, o primeiro andar ainda não é em forma de cubo. Está na parte de sustentação da passarela e, portanto. Super normal!

Ali se encontra a recepção, o bar e o restaurante, no qual eles servem o café da manhã e jantar buffet.

Um outro problema que li sobre os hostels e B&B na Holanda são as escadas. Li muitos relatos no Tripadvisor de gente reclamando que as escadas são estreitas ou em forma de caracol e que são raros os hostels / hotéis com elevador. Para a nossa sorte (nós estávamos com malas, mochilas e carrinhos), neste hostel há elevador! 🙂

Nosso quarto, privativo com banheiro, ficava no 3° andar.
Ao chegar, vi que não tinha berço e eles prontamente me providenciaram um. A porta do quarto se abre com cartões e não com chaves e, por estar exatamente em um dos cubos, o quarto é todo tortinho – rs.
A parte da janela fica bem inclinada e se você se espreguiçar demais na cama, corre o risco de bater a mão na parede (nós arrastamos a cama para a lateral para podermos colocar o berço).
O banheiro também tem alguns de seus lados tortos. A água do chuveiro e da torneira são superquentes e o sistema da torneira do chuveiro é aquela de vários hostels europeus com o desligamento automático (daí é só apertar o botão novamente que a água volta a cair).

Não sei quantos quartos há naquele hostel, mas a noite foi super bem dormida! Na semana que fomos, havia uma turma escolar ali e uma turma de esportistas do Southampton. A fila para o café da manhã às 8hs era imensa, mas mesmo assim, eles não fizeram barulhos no corredor e nem mesmo atrapalharam o nosso sono. O bacana é que “ganhamos” uma sacolinha de presente. Não sei ao certo o que era, mas no café da manhã, havia uma sacolinha branca com fruta, um docinho, um suco e um saquinho, no qual a galera estava fazendo lanchinho! Como não sabíamos se era geral, pegamos uma para nós e, como iríamos para Haia e o dia ia ser corrido, fizemos um lanchinho para nós também.
hihihihihihi
Descobrimos que era algo especial para aquele grupo no dia seguinte, quando vimos que não havia mais nenhum saquinho de presente!
😉

Além de nós com bebê, vimos muita família com criança e idosos por ali! Como disse antes, é um hostel familiar (uma denominação importante na Holanda), isto é, não tem agitação, não tem baderna e muito menos, não terá galera fumando maconha nos corredores.

E o café da manhã?

Bom, o café deles é muito abundante e delicioso.
Com o sistema de buffet, você pode comer à vontade e repetir quantas vezes conseguir.
Para escolher, tinha frutas (nos 3 dias que ficamos, havia sempre maçã verde e pera), iogurte natural (delicioso!), frios (havia queijo, presunto, peito de peru e salame), geleias (que deu super certo em cima do iogurte natural), granulado de chocolate (não sei se era para colocar no leite quente, mas eu também coloquei no iogurte), ovo cozido (que não rola para mim, mas que eu pegava para dar a gema de almoço para o filhote), pães de forma e francês normal e integral, biscoitos em forma de waffles (super bem com as geleias), cereais, suco natural de laranja, leite frio e uma máquina com leite quente, café, cappuccino e água para chá e etc.
Em suma, um dos melhores cafés da manhã que provei em um hostel.

E o staff?

Já li casos de pessoas reclamando do staff de hostels.
Sinceramente, eu nunca tive problemas. Todos sempre foram supersimpáticos e aqui no Hostel Stayokay não foi diferente.
Todos falam inglês fluentemente, super fácil de entender e tudo o que pedíamos ou perguntávamos, eles nos ajudavam.
Disse acima que passamos por um perrengue assim que chegamos na cidade. Mais tarde conto, mas a moça que me atendeu entendeu a minha crise (direi apenas que me “perdi” de meu marido e cheguei apenas com meu bebê até o hostel) e me ajudou a me acalmar, me oferecendo chá e me levando até o quarto (fiz o check in apenas quando meu marido chegou).
Além disso, nos ajudaram com informações sobre o que fazer na cidade e como ir com meio de transporte até Kinderdijk.

E a limpeza?

Nós brasileiros temos um nível de exigência para limpeza acima do normal. Com isso, qualquer coisinha estranha, achamos um absurdo.
Se você viaja frequentemente para fora do Brasil, sabe disso e tenta relevar.
Em Amsterdam, vimos a baguete de uma senhora cair no chão da estação e ela o pegar de volta e o devolver na sacola.
Em Paris, vimos uma moça nos vender uma baguete a pegando com a mesma mão na qual ela mexia com dinheiro (e sabe lá mais o que!). Vimos um ratinho bonitinho passando por algumas cadeiras em um restaurante chiquetoso na Itália, assim como vimos outras coisas que no Brasil seria considerado absurdo e motivo para gente folgada não querer pagar a conta.

No entanto, apesar desse histórico que o velho continente carrega, os dois hostels que ficamos na Holanda eram super limpos.
Nosso quarto e banheiro estavam limpos, bem arrumados e com ar de limpeza (nada pior que quarto com cheiro de ambiente fechado). O corredor, elevador e o térreo também estavam super limpos.
Não vi o banheiro coletivo deles, mas acredito que também é bem limpo.

E o que fazer em dias de chuva?

Por conta do pouco tempo que ficamos na cidade, não pedi muitas informações sobre o hostel e nem fiz um “tour” pelas dependências, mas no térreo vimos bastante coisa interessante para os momentos de tédio ali dentro.

Além do bar, que serve chopes e cervejas artesanais, além de alguns aperitivos, há uma mesinha de pebolim, uma TV plana (não a vi ligada, mas creio que devia estar conectada com TV a cabo), alguns livros e prateleiras com jogos de tabuleiros.
Há também alguns brinquedos e livrinhos coloridos para crianças.

E para quem não curte essas coisas, há sofás e wifi grátis!

😉

Reserve por aqui e ajude o blog! 😉

 

ingressos ticketbar e turistando


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About Juliana (www.turistando.in)

Sou a mãe do Léo quase full-time, professora de italiano (por algumas horinhas), esposa de um doutorando (que me deixa maluca) e, claro, a faz-tudo do Turistando.in!

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