Nossa hospedagem no ClinkNoord Amsterdã

ClinkNoord Amsterdã
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Achar hostel bons, bem localizado e familiares na Holanda é uma tarefa bem complicada e demoramos para achar o ClinkNoord Amsterdã!
Escrevi em outros posts sobre isso. Alguns hostels nem sequer aceitam a entrada de menores acompanhados dos pais. Creio que o motivo principal é o uso da maconha, mas alguns eu sei que é para manter a privacidade dos outros hóspedes (bebês quando querem chorar é um desespero).
Além disso, tinha a questão de a cidade estar cheia e poucos hostels tinham quartos privativos livres.

Com isso, a busca foi longa.

Pelo Tripadvisor, é possível buscar alojamentos por região. Comecei procurando na parte central, próximo à estação central e depois fui me afastando (o que e não queria muito).
Em uma busca diferente, encontrei o ClinkNoord Amsterdã e vi que eles também estão perto da estação, mas do lado oposto ao rio.

Escrevi para eles, descobri que tinha vaga, que era um hostel familiar recém-aberto e o achei bastante interessante.

Veja também:

Como chegar ao ClinkNoord Amsterdã?

Para chegar lá não é difícil, mas em um primeiro momento, pode ser complicado. Você precisa pegar uma balsa (gratuita), que sai do lado de trás da estação central de Amsterdam.

Nossa hospedagem no ClinkNoord em Amsterdã

Como estávamos com o carrinho do Léo e muitas malas, fomos atrás de um elevador, que fica do lado oposto aos ferryboats (até aí, não sabíamos disso).
Ao sair do elevador, não achamos ninguém que soubesse nos explicar onde pegar as tais balsas. Por isso, saímos da estação e do lado de fora alguém nos indicou reentrar na estação virar para o lado esquerdo e seguir direto e, no final, passar as catracas e sair do lado contrário à praça principal.
Fizemos todo o percurso. Chegando na margem do rio, havia indicação de Ferrys para o lado Leste e Oeste. Sigam para o lado oeste (lado esquerdo) e vocês prontamente verão as balsas que vão para Veer Buiksloterweg.

hostels 27ott2015 - 23
A entradinha que fecha às 17.30

Durante o dia, são 2 balsas que fazem o percurso e raramente a ficamos esperando chegar.
A travessia é rápida e em menos de 2 minutos chegamos do outro lado do rio. Um pedaço super charmoso no outono, com cafezinhos, muitas folhas secas caídas no chão, uma placa IAmsterdam imensa e vazia, além de uma vista bem bonita da cidade (pena que o skyline deles não seja tão bonito).

Bom, ao sair da balsa, vocês verão um café e uma rua bem longa. Pegue essa rua e siga reto!
O pessoal do hostel sugere segui-la alguns metros, virar à esquerda no estacionamento e da ponte, já é possível ver o hostel. Porém, muito antes desta entrada, há uma outra, que fica aberta até às 17hs e encurta o caminho.

O trajeto é fácil, tranquilo e seguro! Acho que a balsa é 24hs. Depois de um certo horário, percebemos que apenas 1 funcionava e o tempo de espera era de uns 4 minutos.

O hostel visto da ponte

A hospedagem no ClinkNoord Amsterdã

Bom, o hostel é imenso. Pelo o que vi nas placas, são 54 aptos por andar (são 3 andares). Alguns destes quartos são dormitórios, mas não sei dizer como é a divisão das coisas por lá.
Se você estiver sozinho/a, precisará de ajuda para subir com carrinhos de bebês. O elevador se encontra após 2 lance de escadas (um pequeno na entrada) e outro um pouco maior assim que você atravessar a porta de entrada. Após isso, há elevador.

No piso térreo está a recepção, um minibar-café e alguns sofás.
O bar e a cozinha se encontram no subsolo. Há duas cozinhas: uma, pelo o que eu entendi, é do hostel e ali eles servem o jantar (passei rapidamente por ali a noite, por isso não tenho certeza) e a outra é a coletiva, com várias pias, geladeiras, fornos e micro-ondas.
O uso é permitido após o meio dia, mas não acho que seja proibido entrar ali no horário do café da manhã para pegar algo na geladeira ou usar o micro-ondas.

Ainda no subsolo, há alguns sofás e várias mesas.
Apesar de ter um bar (que funciona até às 23h), não há baderna. A música é ambiente e cada um ocupava uma mesa ou um sofá! Também é proibido fumar. No caso da maconha, a multa é de € 250!

E o café da manhã?

Já que falei da cozinha, vamos para o café. Ele é pago separadamente. Em um primeiro momento pensei: Puxa, porque já não incluem no valor? Mas depois, pensando bem, quem quiser tomar café fora, não pagará por algo que não pretende consumir.

Caso te interesse, você comprará por € 6.9 um ticket e entregará para a funcionária que fica em frente à cozinha.

O esquema é buffet, com direito a repetição.
Em frente à cozinha do hostel, há pães de forma (normal e integral), uns biscoitos, manteiga, geleias e granulado de chocolate (sinceramente, não sei no que eles usam – rs).
No corredor ao lado da cozinha coletiva há sucos (artificiais), água quente para chá (com saquinhos de chá inglês, chá preto com sabor de fruta e chá verde), na máquina ao lado havia café e leite quente.
Mais adiante, salada de frutas, iogurtes e cereais e frios (queijo, presunto e peito de peru), mas o mais anormal para nós era o “almoço” ao lado! Arroz, alfaces, tomates e ovos (tem gente doida no mundo – rs).

Caso você não queira pagar o café da manhã, creio que poderá usar as mesas ao redor. Não vi se alguém fez isso, mas não acho que seja proibido.

E como são os quartos?

A sensação que tínhamos era de estarmos em um hotel super descolado, ou melhor, hipster
rs
Não parecia um hostel. Os corredores são bem iluminados, limpos e os quartos bem-dispostos. Havia banheiro e chuveiro masculino e feminino no corredor, mas raramente encontramos alguém circulando por ali. Aquela coisa de quarto coletivo aberto e o povo saindo para lá e para cá não tinha no nosso andar.

O nosso quarto era espaçoso, com uma cama de casal bem confortável, ao lado de uma janela antirruído totalmente fechada (não vi se dava para abri-la).  Os lençóis, fronhas e edredom eram brancos e novos o que me agradou bastante (mostraria facilmente manchas e sujeiras).

Pedimos um quarto privativo com banheiro e, por causa do Léo, eles nos disponibilizaram um quarto para 4 pessoas, mas provavelmente por estar vazio!
Neste quarto havia também um beliche (cada um com luz e tomadas individuais) e 4 armários grandes, que, apesar disso, não cabiam nossas malas.
O bom é que as camas são altas e tudo ficou “escondido” lá em baixo (o que super facilitou abrir e fechar a mala).

O banheiro foi dividido em 2: um para a ducha e outro para o WC. Não sei se fizeram isso por questão de espaço, mas achei genial, principalmente se pensarmos que o quarto era para 4 pessoas! Em todo caso, na emergência, há banheiros no corredor (rsrsrsrs).

E a limpeza?

Novamente, contrariando nossa ideia de que a limpeza na Europa é um descuido só, achamos esse hostel muito limpo! As portas e paredes são bem brancas e o chão feito de cimento queimado. Tanto as áreas coletivas, quanto o nosso quarto estavam super limpos e no meio do dia alguém entrou no quarto, recolheu o lixo e deu uma arrumada na cama (o que não ocorreu em Rotterdam, no qual apenas entraram no quarto para recolher o lixo).

E o Staff?

Novamente, todos foram super gentis e educados conosco. Muitos brincaram ao ver meu filhote (que começou a zanzar pelo chão do bar). O inglês de todos é perfeito e sempre que precisávamos de informação, eles nos davam. Na hora do check out, vimos um rapaz indicando o início de um free walking tour. Na hora não perguntei nada, mas escreverei a eles pedindo mais informações.

Reserve por aqui e ajude o blog! 😉

 

ingressos ticketbar e turistando


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About Juliana (www.turistando.in)

Sou a mãe do Léo quase full-time, professora de italiano (por algumas horinhas), esposa de um doutorando (que me deixa maluca) e, claro, a faz-tudo do Turistando.in!

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