Visitando a cidade e fortaleza de Ollantaytambo

Ollantaytambo
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Conhecendo Ollantaytambo


A cidade arqueológica de Ollantaytambo, carinhosamente chamada Ollanta, é a cidade do Vale Sagrado mais próxima de Machu Picchu (pelo trajeto do trem) e muito agradável!

Se encontra a 90 km de distância de Cuzco e a uma altura de 3792 msnm.

A cidade fora construída entre duas montanhas em um local bastante estratégico que dominava todo o vale. Por isso, era um complexo militar, religioso, administrativo e agrícola. Diz a lenda que aqui ocorreu a única vitória dos incas contra os espanhóis!

Chegar em Ollanta não é nem difícil e nem caro. Nós preferimos pegar um taxi coletivo (o paradeiro em Cuzco é próximo ao Qoricancha) e pagamos 15 soles cada (mas era feriado! Parece que o normal naquele ano seriam 10 soles).

Caso você não queira esperar a lotação, eles cobrarão o valor do carro cheio.

O caminho feito foi por Chinchero e é simplesmente lindo! Infelizmente fomos no fim da tarde e o sol tinha acabado se se por, mas é magnífica a visão das altas montanhas cheias de neve no caminho da estrada.

Ollanta é uma cidadezinha escondida no Vale Sagrado dos Incas; Como toda cidade peruana, no centrinho da cidade encontramos uma praça central (de Armas, salvo engano) com todo o comércio ao lado.

As ruas retas, estreitas e pitorescas hoje formam quinze grupos de casas localizadas ao norte da praça principal da cidade, que constituem em si um verdadeiro legado histórico. Algumas casas da época tipo colonial estão construídas sobre belos muros incas polidos com esmero.

No entanto, o viajante que decide conhecer Ollanta apenas na passagem para MP, acaba conhecendo somente a Fortaleza de Ollantaytambo ou Ullantaytampu, inclusa no Boleto Turistico.

No final da rua da estação de trem é possível ver a entrada para a fortaleza (do lado esquerdo) e a montanha que abriga outras ruínas, a Pinkuylluna; assim como nas outras ruínas, aconselho vivamente a contratação de um guia oficial ou não!

Eu diria que é bastante interessante caminhar, passear e se perder por essas ruas labirínticas; Aliás è um ótimo passeio! E prestem atenção nas canaletas de distribuição das águas!

Apesar de vermos apenas ruínas do que a fortaleza de Ollanta era no passado, ainda hoje é possível admirar a qualidade da arquitetura do local. Diz a lenda que as rochas utilizadas na construção foram retiradas bem distante da cidade, o que revela o domínio de técnicas avançadas de transporte de rochas.

Meu conselho: Saiam de Cusco no fim da tarde para pernoitar em Ollanta (é mais em conta que Cuzco); na manha seguinte conheçam a cidade e depois sigam para Machu Picchu no fim da tarde.

Esse era nosso roteiro, mas com o problema que tivemos com as reservas dos trens, chegamos em Ollanta a noite para pegar o trem para Aguas Calientes e voltamos na cidade após MP; Aqui cometemos um erro: Como chegamos na cidade no primeiro trem que partiu de AC (por volta das 8hs), deveríamos ter deixado nossas mochilas em algum local, ter conhecido a cidade e retornado para Cuzco no final do dia. Como dormimos em Ollanta, ficamos “presos” na cidade até o dia seguinte, que é agradável, mas com pouca coisa a oferecer.

O templo do Sol, um paredão imenso feito com 6 grandes rochas

Além da fortaleza, do lado oposto há uma montanha com ruínas de casas incas; é a chamada Pinkuylluna. Fomos porque tínhamos tempo, a visão da cidade e da fortaleza é muito bonita, porém, as ruínas são mais interessantes vistas da cidade ou da fortaleza!


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🙂


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About Juliana (www.turistando.in)

Sou a mãe do Léo quase full-time, professora de italiano (por algumas horinhas), esposa de um doutorando (que me deixa maluca) e, claro, a faz-tudo do Turistando.in!

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