Nossos treze dias em Portugal

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Nossos treze dias em Portugal

Eu e o Thiago resolvemos tirar uma pausa dos nossos estudos e aulas para viajarmos um pouquinho em Portugal. Sempre fazemos nossas viagens no meio do ano, mas como desta vez ficará mais difícil viajar em julho, resolvemos antecipá-la!
🙂
A ideia da viagem veio para comemorar um grande acontecimento em nossas vidas: o 4° mês da gestação de nosso primeiro filho e nossos 4 anos de casados. Porém, escolhemos Portugal após assistirmos o filme “Trem noturno para Lisboa“, do dinamarquês Bille August.
Um pouco das dicas nós tiramos do post da Karina, que visitou Lisboa e Cascais (leia aqui o seu post) e o restante do Tripadvisor e Mochileiros. O guia visual da DK (em português foi traduzido pela Publifolha) também ajudou!
Segue abaixo como foi o nosso roteiro:

O Voo

IberiaPartimos na segunda feira, dia 24 de março às 15h55, do aeroporto de Guarulhos, com um voo da Iberia. Escolhemos o mês de março por ser mais barato que o mês de abril.

A ideia seria partir no final de semana, para ganharmos mais dias lá fora, mas acreditem se quiser, o voo no domingo custava o mesmo que o da segunda, mas quando procuramos os valores para o retorno, vimos que seria muito mais barato se partíssemos na segunda do que no domingo (pelo site da Iberia é possível visualizar o calendário do mês com os valores por dia. Desta forma facilita achar os melhores valores).
O voo da Iberia não é direto. Fizemos uma conexão em Madri (um aeroporto imenso. Leia um pouco sobre ele aqui) e chegamos por volta das 9 da manhã da terça feira no aeroporto de Lisboa. O tempo de espera no aeroporto é terrível (e ainda por cima fazia frio!).

Além da Ibéria, a AirEuropa faz o trajeto (mas o site deles não é fácil de pesquisar) e a TAM. Todos com conexão em Madrid. Apenas a TAP faz voo direto, mas bem mais caro.

Lisboa

Mapa do metro de Lisboa
Mapa do metro de Lisboa

O bom, e muito bom, é que há uma estação de metro no aeroporto de Lisboa (invejinha boa!) que o liga ao centro da cidade.

Ônibus e taxis também podem ser boas opções. O valor do taxi inicia com € 3,20 e até o centro deve dar uns 15 euros.

Mas se você quer economizar, é possível fazer a ligação com o metro (em breve escreverei sobre o Lisbon Card. Pode ser que valha a pena comprá-lo no aeroporto).

E’ só entrar na linha vermelha e procurar a estação mais próxima de teu destino.

Ficamos nesta primeira etapa de Lisboa no Sunset Hostel – Cais de Sodré. Descemos na estação Alameda e trocamos para a linha verde, sentido Cais do Sodré.

Aliás, é de invejar mesmo que a linha vermelha, que vai até o aeroporto, passe por todas as outras linhas de metro (as de cor cinza, são linhas de trem, ou comboio, como eles chamam)!

Como o voo de ida e volta foi em Lisboa, dividimos a cidade em duas partes: 4 dias em Cais de Sodré e depois, no fim da viagem, mais 3 dias no bairro de Alfama. Ambas estadias ficamos com o pessoal da rede de hostel Destination Hostels Lisboa. Fiz um post exclusivo sobre eles. (leia mais aqui)

Nosso primeiro dia: Cascais

Cascais-House-of-Wonders-25mar2014-26Na terça, chegamos bem antes do check in e alojamos nossas coisas no hostel e seguimos em direção a Cascais, uma vilinha portuguesa na costa do mar mediterrâneo. Como estávamos em Cais de Sodré, foi só descer até a estação e pegar o trem que ia para lá!
A ideia, na cidadela, era caminharmos tranquilamente pela sua costa, respirar um bom ar e descansarmos da longa viagem!Mas tivemos um imprevisto:
Apesar de ser início de primavera e de ter feito tempo bom uma semana antes de nossa viagem, chegamos com um tempo bastante frio. E caminhar por Cascais foi realmente difícil. Nossa ideia era conhecer a Boca do Inferno, almoçar no The Mix e jantar no Hemingway Cascais. Esse plano falhou.
Ficamos pelo centrinho mesmo. Ali, almoçamos no aconchegante Cafe Galeria House of Wonders(cliquem no nome dos restaurantes para ler o meu comentário com fotos). Por conta do frio e do cansaço, caminhamos pelo centro e fomos embora.

Nosso segundo dia: Belém


Nosso 2° dia se iniciou no bairro do Chiado para comprarmos roupas de frio!!! rs
Mas foi breve.
Como havíamos comprado o Lisboa Card, que dá direito ao uso por 3 dias de todo o transporte público (compramos no aeroporto e com isso também usamos para ir até Cascais) e museus, resolvemos fazer o nosso 2° dia de viagem o bairro de Belém, para poder aproveitá-lo. Là, conhecemos o Museu dos Coches, o Mosteiro dos Jerônimos, o Monumento ao descobrimento e a torre de Belém.

Gastronomia: Em Belém comemos frutos do Mar no Nunes Real Marisqueria, fizemos uma parada obrigatória na Casa Pasteis de Belém, para comer o famoso doce de nata e um chazinho no bar do hotel Altis, Bar 38º 41′).

Para finalizar o dia, fomos jantar em um “restobar” (abreviação usada na Argentina para os bares restaurantes – rs e que adorei!!!!) no bairro da Alta. Um local bastante curioso e interessante chamado Fumeiro de Santa Catarina.

Nosso terceiro dia

Começamos caminhando pela margem do Tejo até chegar à praça do Comércio. Ali entramos no Lisboa Story Centre, um museu áudio visivo que conta a história de Portugal. Circulamos pela rua Augusta, compramos alguns pasteis de nata pelo caminho e, após vermos alguns pontos turísticos, fomos almoçar no Café Lisboa, um dos restaurantes do chefe José Avillez, que se encontra dentro do teatro de São Carlos, o teatro de óperas de Lisboa.

Na sequência, fomos conhecer o Museu de Arte Antiga, gratuito com o Lisboa Card, mas eu estava com tanto sono que vimos apenas o andar com as obras da Arte Européia e voltamos ao hostel para dormir um pouco (rsrsrs).

Para fechar o dia, fomos jantar no Caso SErio, um pequeno “restobar” bastante descontraído, jovem e barato, ao lado da catedral da Sé. Neste dia, tinha apresentação de fado com a banda “Fado & Mais“. Vale muito a pena conferir!

Nosso quarto dia

Finalmente um dia que iniciou com o tempo aberto, sem frio ou garoa. Resolvemos fazer novamente o caminho pelo Tejo, até chegar à Praça do Comércio e desbravar novamente o centrinho.

Fomos almoçar no Café de São Bento, o local que, segundo o Tripadvisor, dizia ter o melhor bife de Lisboa (se é o melhor, não sei dizer, mas definitivamente é uma delícia). Foi realmente um almoço bastante prazeroso (não deixem de clicar no nome do restaurante para ler o nosso relato).

Um pouco sem rumo, voltamos a caminhar pelo centro. Entramos nas ruínas da igreja do Carmo, destruída com o terremoto de 1755, seguimos adiante sentido praça do Rossio e caminhamos (no vento frio), pela glamourosa rua da Liberdade. Fomos até a praça Marques de Pombal e voltamos ao hostel de metro.

Acabamos não jantando em nenhum local fora. Por um erro de comunicação (alterei a viagem ao longo do planejamento e o Eric, que fez nossas reservas, não percebeu), a nossa reserva tinha um dia a menos e ficamos sabendo no final da noite, quando retornamos ao hostel.

Foi um transtorno, claro, mas a moça a recepção prontamente achou uma vaga em outro hostel da rede, o Lisbon Destination, que também é bem central e está situado na Estação de trem do Rossio (ótima localização para quem vem ou vai para Sintra ou quer zanzar pelo centro).

Coimbra

Nosso quinta dia

Acordamos cedo para pegar um trem (comboio) para Coimbra. Os horários são sempre bons logo cedo e vai rareando após às 10h. Existem vários tipos de trem em Portugal. Mais para frente falo sobre eles.
Para irmos até Coimbra, fomos até a estação de Santa Apolônia (metro com ligação à estação de trem). Como chegamos em cima da hora (em cima, mesmo! rs), pegamos assentos de costas 🙁

A viagem foi rápida, algumas paradas e descemos na estação Coimbra B.
Atentos, pois nem todos os trens vão até Coimbra A. Esta última estação é bem no centro, mas é estação final. Se teu trem tem destino Porto, por exemplo, ele não irá parar ali!

Para chegar até o hostel, pegamos um taxi (7 euros tudo). Outra atenção: existe uma tarifa extra para o uso do porta mala! Acho que de € 1,20. Caso vocês fiquem no centro baixo e não queiram gastar com taxi, desçam em Coimbra B e aguardem o próximo trem para Coimbra A.

Aqui, ficamos no eco hostel Dream On Coimbra. (veja o relato com fotos e preços aqui)
Uma casa grande, tranquila, arejada e muito perfumada, na parte de cima de Coimbra. Mais uma vez, tivemos uma ótima recepção e bastante ajuda sobre o que fazer na cidade.

Após circularmos pela tradicional faculdade velha de Coimbra, fomos almoçar no Fangas Mercearia Bar, também no centro. Um local pequeno (mas abrirão um “Fangas grande” em breve), gostosinho, econômico e com um clima romântico, que serve vinhos e petiscos.

Fomos conhecer o centro, algumas igrejinhas e no fim da tarde, voltamos para o hostel.

A preguiça e o frio bateu forte, mas resolvemos sair para jantar na parte alta da cidade mesmo. Fomos no Dux Petiscos e Vinhos e tivemos ali, com o Rodrigo, uma saborosa aula sobre vinhos portugueses, além de comermos muito bem!

Queria ter ido para Conimbriga, um sitio arqueológico romano em Portugal! Mas era distante da cidade. Se tivéssemos alugado carro, talvez daria certo!

Braga

Nosso sexto dia

Imprevistos sempre acontecem em viagem, e conosco não podia deixar de ser diferente.

Primeiro foi o frio, que nos pegou de surpresa e nos fez comprar roupas de frio em €uro (rs) e agora, em Coimbra, a mudança do horário de verão, que nos fez perder o trem das 9h30!
O próximo foi apenas às 11h30 (e quase perdemos a ligação para Braga, pois o trem se atrasou, e ainda tínhamos que descer em Porto. A conexão para Braga se dava em 3 minutos!).

Chegamos em Braga à tarde, com fome e chuvinha!
Nos hospedamos no Braga Pop Hostel, no centro da cidade e fomos super bem recepcionados pela Helena. Já imaginávamos isso pois todos falam bem dela no Tripadvisor.
🙂
Paramos rapidamente para comer uma frigideira (prato principal de Braga) em um local que a Helena indicou (e que esqueci de anotar o nome 🙁 ) e aproveitamos o fim da tarde para conhecermos o Santuário do Bom Jesus do Monte (foto acima), que é a também a capa do Guia Ilustrado da DK.

Nosso sétimo dia

Nossa ideia era, neste dia, acordar cedo, nos despedirmos de Braga e irmos para a cidade vizinha Guimarães, que dista menos de 30 km. Mas como tivemos aquele imprevisto, restou apenas a manhã para ver o centro histórico.

Por sorte, a Helena nos indicou uma empresa que faz guia pelo centro da cidade, a The Tourists’ Affairs. Há um free tour e um tour mais completo. Quando falarmos sobre Braga, falaremos um pouco sobre o tour.

Guimarães

No início da tarde fomos para Guimarães. Pegamos um ônibus e esquecemos o nosso guarda chuva na estacão!
🙁

Esta cidade, considerada o berço de Portugal (pois aqui nasceu Dom Afonso Henriques, o primeiro rei do país, após período de dominação pelos mouros), teve seu centro histórico (com alguns edifícios do seculo XV) tombado pela Unesco.
Além do centrinho, há o castelo de Guimarães e o teleférico que segue até o santuário da Penha (que por enquanto está fechado).

Em Guimarães ficamos no My Hostel, no centro da cidade. Um hostel de ambiente familiar criado por dois amigos, o Miguel e o Ricardo. Quem nos escreveu e recepcionou foi justamente o Miguel (com seus filhinhos – rs)!

Jantamos em um dos “pubs” de uma destas praças, o Coconuts, mas que não faz e nem deseja fazer parte do Tripadvisor – rs. Comemos ali, como petisco, a famosa Francesinha. E fomos muito bem atendido!

Porto

Nosso oitavo dia

Acordamos cedo para ir até Porto e fomos para là de trem!
Em Porto ficamos 2 dias e escolhemos o Hotel Estoril no centro da cidade. Foi o único hotel de toda a viagem. Acabamos decidindo por um hotel pois me encontrei com uma amiga espanhola que não curte muito hostels e que precisava se hospedar em um local que tivesse estacionamento (eles tem um conveniado na mesma rua do hotel pelo valor de 4 euros a diária)!

O primeiro dia choveu muito e fez frio. Como estava com a Carmen, ficamos mais tempo em cafés que outra coisa!
Mais tarde, após a partida de minha amiga, eu e o Thi paramos para comer a tal francesinha e ver uma partida da Champions League no Ancora Douro, conhecido como Piolho. Confesso que a achei picante demais, mas o Thiago gostou!

Nosso nono dia

No dia seguinte, o sol resolveu aparecer. Caminhamos pelo centro da cidade, fomos em direção ao porto e almoçamos no restaurante O Comercial, dentro do palácio da Bolsa. Uma boa pedida para quem quer comer muito bem na cidade.
Após termos feito quase todo o centro a pé, entrando em algumas igrejas, alguns museus de vinhos, voltamos para o hotel. Eu tirei um cochilo e o Thiago ficou vendo UCL.

Assim que terminou o jogo, saímos para comer. Escolhemos o Folias de Baco, uma taberna pequena e familiar, recém aberta, no centro alto da cidade, que serve petiscos da região do Douro e vinho produzido por eles mesmo, o Olho no Pé. O bacana é que na parte de cima eles tem apartamentos para alugar (creio que via AirBnB).

Sintra

Nosso décimo dia

Antes de retornarmos a Lisboa, passamos em Sintra e nos hospedamos com o pessoal do “eco-hostel” Almaa Sintra Hostel, também o mais bem avaliado pelo Tripadvisor.

Ao chegar, no início da tarde, também cansados, percebi que ali deveríamos ter ficado por mais tempo. Pelo menos 2 noites.

Acho que o ideal não seria ficar em Lisboa para fazer Cascais, mas ficar aqui. Há uma linha que leva até Cabo da Roca, o ponto mais ao ocidente da Europa!
Sem contar que tivemos neste hostel a nossa melhor noite de sono, dada a tranquilidade do local!
Neste dia, circulamos pela cidade e fomos comer queijadinha no tradicional “Saudade”. Infelizmente não tinha mais o travesseiro!

Nosso décimo primeiro dia

Outro ponto positivo, e o  motivo por termos escolhido o Almaa hostel, é a proximidade com a Quinta ou Palácio da Regaleira. Fizemos, claro, o giro pelo centro ontem, mas a Quinta é o ponto altíssimo da cidade! Pena que fizemos na chuva! Meu conselho: comprem o ingresso com visita guiada! São 2 horas de muita informação!

Ao terminarmos o roteiro, almoçamos no hostel mesmo (a região da Quinta está um pouco distante do centro e chovia muito. Tínhamos coisas reservadas para esta ocasião – rs), pegamos um taxi e fomos para a estação de trem, sentido Alfama Patio.

Descemos na estação de Rossio (se pronuncia Rossìo), pegamos o metro e fomos em direção a Santa Apolônia. De taxi até o hostel dá uns 6 euros, mas é possível fazer a pé (mas tem bastante subidas!).

Foi um dia chuvoso. Demos apenas uma volta por Alfama, para conhecer o bairro e jantamos no próprio Hostel.
No Sunset, não sei se sempre, há jantares completos por 9 euros. Neste eu não sei ao certo, mas nesta noite teve a noite do BBQ, no qual eles integram todos os visitantes dos outros hostels da rede para uma “comilança” com direito a música e animação.

Nosso décimo segundo dia

Era para fazermos Évora, mas desistimos! Além do tempo ruim, seria muito corrido! Deixaremos a região de Algarve e Alentejo para uma próxima visita! 😉
Hoje fizemos apenas o bairro de Alfama. Fomos visitar a igreja de São Vicente de Fora, a Feira da Ladra, alguns miradouros (vimos apenas o de Santa Luzia, apesar de vários na região.).
Fomos para a parte baixa, conhecer a Casa dos Bicos, que abriga hoje a Fundação José Saramago. Antes de entrar, almoçamos em um local exatamente ao lado da fundação. Nada de muito especial. Nem vale a pena indicar!

A jantinha foi petiscos de queijo e presunto cru, comprados em na Mantegueira Silva. Aproveitamos para comprar queijos para a família (e eles embalaram bonitinho a vácuo para passar sem problemas pela alfandega). O ruim é que, junto com os queijos, também comi iogurte. Acho que foi leite demais para mim. Passei muito mal na madrugada e na manhã seguinte. Não creio que seja problema do queijo, mas de meu organismo, pois meu marido comeu bem mais do que eu, e não passou mal!

Nosso décimo terceiro e último dia

Acreditem se quiserem, mas hoje fez sol e calor! Justo no nosso último dia! Coisas da vida!

rs
Para “melhorar” mais ainda, como passei mal na durante o café, resolvi ficar quietinha no meu canto, no quarto. Quando percebi que estava melhor e que conseguia engolir coisas sem botar para fora, fomos dar nossa última volta.

Fomos andando até o Panteão, que aos domingos é grátis até às 14hs. O local é bem bonito, mas o ponto alto da visita é a parte mais alta do prédio. Após muitos degraus, se chega à um fantástico mirador.
Daqui retornamos ao hostel. Eu não me sentia bem e quis dormir um pouco.
Por volta das 16h, saímos e fomos conhecer o castelo de São Jorge. Eh simplesmente imperdível. Tanto o local, como a visão de 360° que se tem da cidade! E como o sol estava se pondo por volta das 20h, deu para aproveitar muito!


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About Juliana (www.turistando.in)

Sou a mãe do Léo quase full-time, professora de italiano (por algumas horinhas), esposa de um doutorando (que me deixa maluca) e, claro, a faz-tudo do Turistando.in!

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